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MULHER GUERREIRA
Com 77 anos, Nahyara é exemplo de vida e da profissão de caminhoneira Quem imagina que a profissão de caminhoneiro é coisa para homem de mão calejada, camisa aberta e barba por fazer está redondamente enganado! Não há tabus para Nahyara Schwanke, uma mulher de 77 anos, isso mesmo, 77 anos dos quais 50 foram vividos entre a boléia do caminhão, a estrada e os cuidados com a filha Salete, hoje advogada. Dá para imaginar uma moça de 27 anos na década de 50 dirigindo um caminhão, enfrentando preconceito e todo o tipo de “gracinhas”? Ou ainda, uma senhora já em idade avançada driblando todos os percalços das estradas de hoje? Pois é, Nahyara ainda na ativa, quebrou e ainda quebra todos os paradigmas, um exemplo de mulher guerreira. Sua história começou na pequena cidade de Não Me Toque, interior do Rio Grande do Sul, onde mora até hoje. Da pequena cidade de Não Me Toque, no Rio Grande do Sul, onde começou transportando mercadorias para o negócio da sua família, em 1959. Hoje, essa descendente de alemães trabalha com diversos tipos de carga, do Sul ao Nordeste do Brasil. Entre suas cargas estão alimento para criação de peixes e farinha de camarão dos açudes do nordeste. Começou na profissão percorrendo um trajeto de cerca de 70 quilômetros entre a cidade de Passo Fundo (RS) e sua cidade natal, Nahyra enfrentou preconceito, já que na época não era nada comum uma mulher dirigir um caminhão. “Com isso, consegui criar uma filha e pretendo continuar trabalhando pelo resto da vida”, orgulha-se a caminhoneira, que hoje diz encontrar muitas mulheres na mesma profissão, não somente ao volante de caminhões como também de ônibus. Extrapesado Mercedes-Benz
Nahyra Schwanke é considerada a profissional feminina mais experiente das estradas brasileiras, está desde o início de fevereiro com o um caminhão Axor 2540 da Mercedes-Benz. Ela o recebeu no concessionário Veísa, de Passo Fundo, Rio Grande do Sul, o novo extrapesado equipado com uma carreta de três eixos. O Axor 2540 substituiu o modelo Mercedes-Benz 1944 adquirido em 2003 pela caminhoneira para o transporte de cargas gerais em várias regiões do País. “O Axor foi o sucessor natural do meu caminhão anterior, aumentando o conforto e o desempenho em minhas viagens”, explica dona Nahyra. A caminhoneira destaca outros itens que justificam sua preferência pelo modelo Axor 2540 como o freio a disco, freio-motor Top Brake e os freios ABS, motor eletrônico, painel com computador de bordo e ar-condicionado que garantem a segurança e o conforto da profissional nas estradas. Ela destaca também a robustez, a excelente dirigibilidade e o espaço interno da cabina de teto alto. Rodoviário para cargas volumosas
O Axor 2540 é indicado para o transporte rodoviário de cargas volumosas e de alta densidade em médias e longas distâncias. Oferecido ao mercado com o terceiro eixo de fábrica, a capacidade máxima de tração do modelo CMT, atinge 80 toneladas técnicas. CMT é a capacidade técnica máxima de tração do veículo, sendo item de destaque nos caminhões Mercedes-Benz. A ampla flexibilidade de configuração da linha Axor garante ao cliente escolher a faixa de potência que seja mais adequada à sua necessidade de transporte, o tipo de cabina e a distância de entreeixos entre outros componentes. O modelo 2540 é indicado para transporte de cargas frigorificadas, produtos químicos, transporte de gás (GLP), combustíveis, cereais e outros. O modelo possui computador de bordo com indicador de consumo e de manutenção, diagnose de falhas on-board, botão de partida do motor, piloto automático com limitador de velocidade, coluna de direção regulável em ângulo e altura, pára-sol externo de série e ar-condicionado, como item opcional, e o econômico motor Mercedes-Benz OM 457 LA que oferece potência de 401 cavalos a 1900rpm. |