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Agora o pequeno
monovolume francês
conta com o motor 1.0 de 16 válvulas |
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Quando foi lançado no Brasil em 1994, o
Renault Twingo inovou em termos de estilo, aproveitamento de espaço e funcionalidade em
relação aos veículos brasileiros. O Twingo surgiu antes mesmo que a GM colocasse nas
ruas o Corsa, o que fez muitas pessoas acreditarem que o Twingo era o Corsa que tanto a
GMB havia anunciado mas que, por causa do ágio na época, não chegava às
concessionárias. Pois bem, inicialmente o Twingo que visualmente parecia tão inovador e
moderno, decepcionava na parte mecânica por vir dotado com um antiquado motor de 1,2
litro que por suas concepções mecânicas lembrava bastante ao que era utilizado nos
antigos Ford Corcel (que nada mais era que um produto Renault).
Em 1999 o Twingo passa a ser
importado do Uruguai (e não mais da França) contando com o já conhecido motor 1.0 de 8
válvulas (o mesmo do Clio) em apenas uma versão de acabamento chamada Pack. Agora a
Renault do Brasil desejando uma sobrevida ao modelo, equipou o Twingo com bom motor 1.0 de
16 válvulas, que desenvolve 70cv, também utilizado no Clio. Como resultado prático, o
Twingo agora acelera de zero a 100 km/h em 14,2 segundos contra 17,9 segundos da versão
1.0 8 válvulas que deixa de ser produzida. A velocidade máxima também aumentou
consideravelmente: 157 km/h (147 km/h na versão anterior).
Mas não foi apenas no desempenho que esse motor fez bem ao Twingo. O carrinho está
também mais econômico. Se com o motor de oito válvulas já alcançava as boas médias
de 13,2 km/litro na cidade e de 18,1 km/litro na estrada, agora esses números
apresentaram uma significativa melhora: 14,4 km/litro na cidade e 20,4 km/litro na
estrada, dados do fabricante Renault. Para reforçar ainda mais o apelo do carrinho, a
Renault está oferecendo o Twingo em duas versões de acabamento: a já conhecida Pack e
uma mais sofisticada chamada de Initiale.
A versão Pack é
comercializada por R$ 23 990 e traz como equipamentos de série duplo airbag,
ar-condicionado, vidros, travas das portas e espelhos retrovisores com comando elétrico,
acionamento das portas por rádio-frequência, CD player com comando satélite na coluna
de direção, além de espelhos de cortesia nas palas do pára-sol e travamento
automático das portas ao ultrapassar 6 km/hora. Já a versão Initiale traz os mesmos
equipamentos que a Pack mais rodas de liga-leve, direção com assistência elétrica (que
consome menos combustível que uma direção hidráulica), faróis de neblina e acabamento
em couro no revestimento dos bancos, volante, painel das portas e manopla de câmbio.
O preço sugerido ao consumidor da versão Initiale é de R$ 27 990. O Twingo é
oferecido, em sua versão 2002, nas cores Preto Nacré, Azul Vibrato, Prata Boreal e
Branco Glacier. A versão Initiale pode vir também com a exclusiva cor Azul Crepúsculo.
O Twingo inovou ao ser um dos primeiros modelos monovolume oferecido no mercado
brasileiro. Esse conceito se baseia em uma carroceria de um só volume com longa
distância entre-eixos e com cabine elevada para otimizar o espaço interno. Além disso o
banco traseiro do Twingo desliza sobre trilhos e pode ter sua distância regulada para
possibilitar um maior volume no porta-malas ou em espaço para as pernas dos passageiros
acomodados no banco traseiro. Esses bancos também podem ser deitados por completo
formando uma cama.
Em equipamentos de
segurança, o Twingo conta com duplo airbag, freios com duplo circuito em X mais válvula
limitadora de pressão, cinto de três pontos para todos os ocupantes, apoio de cabeça em
todos os assentos, barras de proteção lateral e bancos antimergulho. De janeiro a
outubro desse ano o Twingo vendeu 894 unidades.
O Twingo também está mais econômico. Com o motor de oito válvulas o carro já
alcançava as boas médias de 13,2 km/litro na cidade e de 18,1 km/litro na estrada, agora
esses números apresentaram uma significativa melhora: 14,4 km/litro na cidade e 20,4
km/litro na estrada, dados do fabricante
Texto Marcelo Pizani
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