O 25º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo terminou domingo passado e deixou um gostinho de quero mais. O que se viu na feira de mais de 85 mil metros quadrados foi uma mescla de sofisticação, charme e beleza, em todos os sentidos.
Foi uma corrida emocionante. Para ganhar o título Massa teria que chegar em primeiro e torcer para Lewis Hamilton não passar da sexta posição. Estava tudo certo. Até que na última curva a chuva levou embora o tão sonhado título do brasileiro.
Aficionado por velocidade, esta semana, Arnaldo Keller viu-se “forçado” a enfrentar um desafio dos mais prazerosos: testar o novo Honda Fit. Para compartilhar com os leitores seus bons momentos, ele conta cada detalhes dessa delícia de aventura. Confira!
Mesmo debaixo de uma chuva torrencial, nosso colunista Arnaldo Keller bem que sabe aproveitar. Sábado passado, sua aventura foi em companhia da família M e suas potentes máquinas: Limousines Cadillac, Rolls-Royce, Kougar-Jaguar... E por aí vai.
Depois do insucesso do Marea, a Fiat aposta tudo no seu sedan médio Linea. Vai ser uma competição acirrada, já que os concorrentes, diga-se de passagem, são carros muitos bons, a exemplo dos Vectra, Corolla, Civic, Focus e Mégane. Que o diga Arnaldo Keller.
Quando a mãe do Arnaldo resolveu trocar de carro, pediu ‘conselhos’ ao vendedor bom de lábia e comprou um Citroën Xsara ano 2000, com uns 26 mil km rodados para desespero do filho. Não é que ela estava certa! Hoje, o Xsarinha da ‘Mami’ já está com 102 mil km e continua firme e forte..
Quando o Sr. Yamamoto perguntou ao amigo Bob que tipo de automóvel a Mazda deveria fabricar, ouviu a resposta que queria. Lançou mão da idéia e fabricou o Mazda Miata, um carro prazeroso como os ingleses, mas com a confiabilidade japonesa. Quem conta essa história? Arnaldo Keller. Leia.
O Chevette é barato para usar, econômico, agüenta o tranco, é robusto e simples. É o único carro nacional com tração traseira. É um carro para motoristas que dirigem pelo prazer e não precisam de frescuras como tela de GPS embutida no painel, Blue-Tooth entre outras.
O auto Union Type C foi o segundo carro de corridas a ter o motor central-traseiro, foi projetado pelo engenheiro Ferdinand Porshe, entre as décadas 20 e 30. Atingia até 340 km/h. Sem dúvida uma potência para época. O que ninguém entende é por que raios a Audi teve a trabalheira de trazer essa máquina da Alemanha pra cá, e enfiá-lo num porão escuro para ninguém vê-la? Arnaldo bem que tentou! Leia.
Existem duas modalidades de rali: o de velocidade e o de regularidade. Quem explica a diferença entre os dois é o colunista Arnaldo Keller, e ainda compartilha com seu leitor uma de suas mais divertidas experiências pelas serras do Rio de Janeiro. Fique por dentro.
Foi o que o candidato democrata à presidência da Casa Branca, Barack Obama, fez em um discurso em Detroit, capital norte-americana do automóvel. Na opinião do jornalista Arnaldo Keller, Obama desceu a lenha no que vê de errado, e a seu ver desceu a lenha no lombo certo. Confira.
Os chineses resolveram abrir os olhos e, ao que tudo indica, chegou a hora de melhorarem a qualidade dos seus produtos. “É bom nos preparamos para a invasão dos automóveis chineses. Ainda são bem ruins, mas em breve poderão quebrar o galho de muita gente”, acredita Arnaldo Keller.
É a receita do colunista Arnaldo Keller para aliviar a dor de cabeça da concorrência causada pela Volkswagen com o lançamento do novo Gol. O modelo continua robusto, com assistência técnica vasta e barata e é econômico. Agora, ele agregou mais um quesito importante: o charme, além de bonito.
Essa é a avaliação que Arnaldo Keller faz dos programas de TV sobre automóveis. Afora a simpatia dos apresentadores, falta o essencial: informação certa e cenas bem editadas.
O colunista Arnaldo Keller sabe bem o que quer dizer agarrar um touro à unha. Para ele, seja numa tourada, em Portugal, seja na realização de um sonho, há que se ter muita coragem, determinação, companheirismo e confiança mútua.
A jóia mais rara da Lotus, Evora, foi apresentada no Salão de Londres, mas só começará a ser vendida no próximo ano. Resta saber se alguma importadora trará a raridade para o Brasil.
Em São Paulo andar de carro é mais barato que usar o transporte público. Ao fazer as contas ao pegar um ônibus e metrô dá quase a mesma quantia que usar o carro para fazer o mesmo trajeto. Pagamos mais caro pela gasolina que os norte-americanos sendo que eles importam metade do que consomem.
O Chico Lameirão foi um dos grandes pilotos brasileiros entre as décadas de 60 e 80. Pilotou em todas as categorias. Hoje, seu filho Marcos Lameirão que é engenheiro mecânico, faz história com seu carro G50 equipado com motor Ford V6 de 300 cv consagrado campeão na GT4 inglesa.
Novo Gol, confira quais são as novidades nas duas versões do carro apresentadas pela Volkswagen. E ainda, Barrichello dá show e Massa dá vexame, a última corrida debaixo d’água em Silverstone serviu pra mostrar quem é quem. E o presidente da Toyota fala sobre o futuro.
Se você tem um sonho de ter um carro maluco, dá para virar realidade. Conheça as oficinas Americar Veículos e EBTech. Elas são responsáveis por projetar carros incríveis. Basta uma boa miniatura para que eles consigam reproduzir e projetar com fidelidade o carro. Louco, não?
Um desempenho estupendo! O Dodge Challenger faz 4,8 segundos no 0 a 100 km/h e atinge 272 km/h de velocidade máxima. Esses números são do Challenger com câmbio automático de 5 marchas. Ele também tem suspensão independente nas 4 rodas e motor Hemi de 6,1 litros.
Em uma comparação com o Porsche Turbo e Corvette de motor 7 litros ele ganhou. Ele tem motor dianteiro V6 biturbo, 480 cv e tração nas quatro rodas. Só isso basta para impor respeito. Além disso, o carro possui seleção para três modos de atuação do controle de tração. Saiba mais!
Logo após a largada ele colou no Hamilton. Ele tinha muitas motivações: seria sua primeira vitória, o primeiro polonês a ganhar uma corrida de Fórmula 1 e a primeira vitória da BMW desde a compra da Sauber. Além disso, assumiria a liderança do campeonato. Algo me dizia: a corrida seria dele.
A empresa estuda alternativas de elétricos como Rolls-Royce ou Mini. O objetivo, no primeiro momento, é ter um carro elétrico para uso urbano. A tecnologia já oferece condições de se produzir carros elétricos que nos proporcionem prazer na guiada; e em breve, ainda mais prazer.
No evento deste ano dei umas voltas no Renault Clio com motor V6 central-traseiro construído na França, uma perua Palio Weekend elétrica projeto conjunto entre a Fiat e a Usina de Itaipu, e o Renault Mégane hatch, motor 2.0 turbo, 240 cv, tração dianteira também feito na França.
Às 8:15 da manhã já começaram a chegar os carros ao Shopping Iguatemi. Jaguar, Opala, Galaxie, Porsche, Alfa...Saímos de lá às 10:30 em direção a Interlagos. Entramos no autódromo e enchemos a pista com noventa e tantos ou cento e poucos carros (acabei perdendo a conta).
Foram duas corridas: uma no sábado e outra no domingo. Emerson fez dupla com o Wilsinho pilotando um Porsche. Uma pena, porque o Porche é o mais fraquinho da categoria que tem Viper, Ferrari 430, Ford GT e Lamborghini Gallardo. O público se emocionou ao vê-los na pista.
O New Civic conta com bom isolamento acústico e espaço interno, ar-condicionado automático, boa ergonomia e excelente suspensão. O motor chega a produzir 140 cv, o que o leva mais de 200 km/h. O câmbio automático tem 5 marchas e as trocas são suaves, quase imperceptíveis.
Ao dirigir essa picape dá para notar o excelente trabalho na suspensão, o volante reage rápido e a carroceria acompanha com agilidade. São 6 marchas. Em 6ª marcha, e a 100km/h, o giro está abaixo das 1.800 rpm, e mesmo assim o motor reage forte quando aceleramos. É impressionante!
Na exposição e concurso de Águas de Lindóia a quantidade de carros clássicos caiu. O carro clássico já nasce clássico. Ele chocou e inovou trazendo tecnologia para a indústria do automóvel. É fruto de pessoas que deram tudo de si para fazer algo novo, bonito e inovador.
Os Estados Unidos gastam 90 milhões de toneladas/ano de milho em grão para produzir o etanol. Com as usinas de etanol pagando caro pelo milho, o agricultor americano só passa a plantar esse produto. Como conseqüência faltam outros alimentos e o preço sobe.
Nos últimos anos, a F1 alcançou um nível tão alto de tecnologia que era difícil saber que era melhor: o carro ou o piloto. Agora, sem o recurso de controle de tração, os verdadeiros pilotos se destacam. A mudança foi ótima para a corrida na Austrália. Resultado: sobraram só sete na pista.
A indiana Tata com essas compras, ganha muita tecnologia, prestígio e o melhor no mundo do automóvel. Já a Porsche agora detém 51% VW e com ela a direção da Audi, da Lamborghini, da Bentley, da Bugatti, e da Seat. O que muda com essas aquisições?
Trinta anos atrás os jovens não viam a hora para tirar habilitação. Hoje, ficamos parados no trânsito e a “indústria da multa” atinge culpados e inocentes. A maneira como os moto-boys pilotam é outro fator de estresse. Dirigir em São Paulo é chato e estressante.
Morgan é um daqueles carros clássicos que resistiram ao tempo. Surgiu em 1936 e até hoje continua a ser produzido. Sua história nos faz lembrar de um tempo, em que as pistas de corridas serviam para testar as inovações tecnológicas da indústria de automóveis.
O piloto do final do século retrassado até a década de 50 tinha que ter raça e coragem. Lá estavam Fangio, Tazio Nuvolari, Rudolf Caracciola, Alberto Ascari, Froilán González, Stirling Moss... Muitos morreram em acidentes porque a barra era pesada. Tazio Nuvolari era especial, correu de moto e depois de carro. Foi um dos melhores da história.